A Páscoa não se limita a uma memória simbólica, ela revela um acontecimento que redefine a própria existência.
A morte, antes vista como ponto final, é atravessada pela ressurreição, e aquilo que parecia irreversível é confrontado pela vida.
Cristo ressuscitou.
E, por meio Dele, a esperança deixa de ser expectativa e se estabelece como realidade viva, contínua e eterna.
“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo! Em sua grande misericórdia, ele nos gerou de novo para uma viva esperança, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos” (1 Pedro 1.3).